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Dr. Luis Brunello — Cirurgião Plástico em Curitiba

Dr. Luis Brunello

Cirurgião Plástico · Curitiba

Cirurgias Mamárias

Mamoplastia redutora: quando a redução de seios é indicada e como é feita a cirurgia?

20 set 2026
10 minutos
Mamoplastia redutora: quando a redução de seios é indicada e como é feita a cirurgia?

Principais tópicos

  • A cirurgia remove pele, gordura e tecido glandular, além de remodelar e elevar as mamas.

  • Dor cervical, dor nas costas, marcas das alças e irritação sob as mamas podem apoiar a indicação.

  • As cicatrizes podem ficar ao redor da aréola, na vertical e, em reduções maiores, no sulco mamário.

  • Em 9.110 mamoplastias redutoras, a incidência total de complicações em 30 dias foi de 8,7%.

  • Entre 512 adolescentes e mulheres jovens, cicatriz hipertrófica ocorreu em 20% e alteração de sensibilidade do mamilo em 8,4%.

Introdução

Mamas excessivamente volumosas podem produzir mais do que insatisfação estética. O peso mamário pode se associar a dor no pescoço, nos ombros e nas costas, marcas profundas das alças, irritação no sulco das mamas e dificuldade para praticar exercícios. A mamoplastia redutora procura diminuir esse peso e criar um volume mais proporcional, removendo parte da pele, da gordura e do tecido glandular. Ao mesmo tempo, o cirurgião reposiciona a aréola e remodela a mama.

A decisão não depende de um tamanho específico de sutiã nem de uma quantidade mínima universal de tecido. Mulheres com volumes semelhantes podem apresentar sintomas e objetivos diferentes. Por isso, a consulta avalia a relação entre as mamas e o restante do corpo, a posição dos mamilos, a elasticidade da pele, as assimetrias, o histórico de saúde e os planos reprodutivos. Esse diagnóstico também diferencia redução mamária de mastopexia, que prioriza a elevação e pode retirar menos volume.

Quando a mamoplastia redutora é indicada?

A mamoplastia redutora é indicada quando o volume e o peso das mamas causam desconforto físico, limitação funcional ou incômodo persistente com a proporção corporal. Entre os sinais considerados estão dor cervical e dorsal, sulcos nos ombros provocados pelas alças, irritação recorrente abaixo das mamas e dificuldade para correr ou realizar atividades cotidianas. Mamas pendentes, aréolas alargadas e mamilos abaixo do sulco mamário também podem fazer parte da avaliação.

A presença de uma dessas queixas não determina automaticamente a operação. O cirurgião verifica se a paciente está clinicamente apta, compreende as cicatrizes e possui expectativas compatíveis com a anatomia. Gravidez planejada, grandes oscilações de peso e desenvolvimento mamário incompleto podem modificar o momento da cirurgia. Andrade et al. (2018) observaram, em mulheres brasileiras operadas, melhores pontuações de satisfação com as mamas e de bem-estar físico, psicossocial e sexual em comparação com participantes com hipertrofia mamária.


Como é feita a cirurgia para diminuir as mamas?

A cirurgia diminui as mamas ao retirar uma quantidade planejada de pele, gordura e glândula, preservando tecidos necessários para manter forma e circulação. O procedimento costuma envolver anestesia geral ou sedação intravenosa, conforme o caso. Depois das incisões, o cirurgião reduz o volume, eleva o complexo aréolo-papilar — conjunto formado por aréola e mamilo — e remodela internamente a mama com suturas profundas, buscando distribuir o tecido restante de maneira proporcional.

Na maioria das técnicas, o mamilo permanece ligado a uma faixa de tecido chamada pedículo, que contém vasos, nervos e parte da glândula. A posição desse pedículo varia conforme a distância de elevação, a largura da mama e o volume retirado. Em mamas extremamente volumosas, pode ser necessário um enxerto livre, no qual aréola e mamilo são reposicionados após separação completa. Essa estratégia permite grandes reduções, mas aumenta as limitações relacionadas à sensibilidade e à amamentação.

Quais cicatrizes ficam depois da redução de seios?

As cicatrizes são permanentes, embora geralmente clareiem com o amadurecimento. Em anatomias selecionadas, a incisão pode ficar ao redor da aréola e seguir verticalmente até o sulco mamário. Quando é preciso retirar mais pele, acrescenta-se uma linha horizontal no sulco, formando o desenho conhecido como T invertido ou âncora. A extensão depende do excesso cutâneo e da remodelação necessária, e não apenas do tamanho final desejado.

Nos primeiros meses, as marcas podem ficar avermelhadas, firmes ou elevadas. A evolução depende de características individuais, tensão sobre as incisões, tabagismo, exposição solar, infecção e cuidados pós-operatórios. Entre 512 adolescentes e mulheres jovens acompanhadas por Nuzzi et al. (2019), a cicatriz hipertrófica foi a ocorrência mais comum, registrada em 20%. Esse dado pertence a uma população específica e não prevê o risco de cada paciente, mas reforça a importância do consentimento.

Como funciona a recuperação da mamoplastia redutora?

A recuperação começa com controle do inchaço, proteção das incisões e restrição de esforços. Curativos e sutiã de sustentação podem ser utilizados, e algumas pacientes recebem drenos temporários para retirar sangue ou líquido acumulado. Na primeira semana, a atividade costuma ser bastante limitada. Entre a segunda e a terceira semanas, muitas pacientes apresentam melhora progressiva e podem retornar a trabalhos leves, desde que a evolução seja favorável e a função não exija esforço físico.

A retomada de exercícios, direção, movimentos amplos dos braços e levantamento de peso deve seguir a orientação da equipe. A American Society of Plastic Surgeons indica aumento gradual das atividades a partir da quarta semana, com reavaliação em torno da sexta. Ainda assim, inchaço residual, firmeza e acomodação do formato podem continuar por vários meses. O resultado inicial aparece logo após a cirurgia, porém não corresponde à forma definitiva das mamas.

Quais são os principais riscos da mamoplastia redutora?

Os riscos incluem sangramento, infecção, seroma, abertura de pontos, cicatrização desfavorável, assimetria, alteração de sensibilidade, necrose de gordura e perda parcial ou total de pele, mamilo ou aréola. Também existem riscos anestésicos, trombose venosa e possibilidade de nova cirurgia. A frequência varia conforme técnica, extensão, perfil clínico, tabagismo e critérios usados para registrar complicações. Por isso, percentuais de publicações diferentes não devem ser comparados sem considerar essas condições.

Young, Close e Herrera (2019) analisaram 9.110 mamoplastias redutoras e registraram incidência total de complicações em 30 dias de 8,7%. O tabagismo se associou a infecções superficial e profunda, enquanto o diabetes se relacionou a maior risco de reinternação. Nuzzi et al. (2019) encontraram alteração de sensibilidade do mamilo em 8,4% e da mama em 7,8%, embora as participantes tenham apresentado melhora de qualidade de vida mesmo quando ocorreram intercorrências, em sua maioria menores.

A mamoplastia redutora interfere na sensibilidade e na amamentação?

A cirurgia pode alterar a sensibilidade e reduzir a capacidade de amamentar, mas o efeito depende da técnica e da quantidade de tecido preservado. Algumas pacientes apresentam dormência temporária, hipersensibilidade ou mudanças permanentes no mamilo e na pele. Como nervos, ductos e glândulas podem ser seccionados durante a redução, nenhuma técnica permite garantir que a sensibilidade ou a produção de leite permanecerão iguais às condições anteriores.

Kraut et al. (2017) identificaram maior possibilidade de amamentação quando se preservou a coluna de parênquima subareolar, tecido que mantém continuidade entre o mamilo e a parte produtora de leite. Com preservação integral, os trabalhos reunidos apresentaram mediana de sucesso de 100%; com preservação parcial, 75%; e sem preservação, 4%. Como métodos e definições variaram entre as publicações, esses números não constituem previsão individual e devem ser discutidos com cautela.

Como o Dr. Luis Brunello pode orientar o planejamento da mamoplastia redutora?

A mamoplastia redutora precisa ser planejada de acordo com o volume das mamas, a posição das aréolas, a elasticidade da pele, a presença de assimetrias e os sintomas relatados pela paciente. Dores nas costas e nos ombros, marcas das alças, irritações sob as mamas e limitações para realizar atividades físicas podem contribuir para a indicação. A avaliação também permite diferenciar os casos que necessitam de uma redução significativa daqueles em que a principal necessidade é elevar e remodelar os tecidos.

O Dr. Luis Brunello (CRM-PR 40.350 | RQE 38.853) é cirurgião plástico em Curitiba, formado pela UNESP, com atuação em cirurgias das mamas, contorno corporal e procedimentos após grandes emagrecimentos. Durante a consulta, ele avalia as características anatômicas, as queixas, o histórico de saúde e as expectativas da paciente para definir o volume que poderá ser reduzido, a técnica mais adequada e o posicionamento das cicatrizes, sempre considerando proporcionalidade, função e segurança.

Agende uma consulta com o Dr. Luis Brunello para compreender se a mamoplastia redutora é indicada para o seu caso. A avaliação permite esclarecer dúvidas sobre tamanho final, cicatrizes, sensibilidade, amamentação, recuperação e riscos, além de construir um planejamento individualizado e compatível com as necessidades do seu corpo.

Considerações Finais

A mamoplastia redutora pode ser indicada quando o peso e o volume das mamas causam dor, limitação física, irritação cutânea ou desconforto persistente com a proporção corporal. A cirurgia combina redução de tecidos, elevação da aréola e remodelação, mas sua extensão depende da anatomia. Consequentemente, o tamanho final, as cicatrizes e a técnica não devem ser definidos apenas por fotografias ou por uma medida de sutiã.

Uma decisão bem fundamentada exige discutir saúde, estabilidade de peso, planos de gravidez, cicatrização, sensibilidade e desejo de amamentar. A redução pode produzir melhora física e psicossocial duradoura, porém envolve riscos que precisam ser compreendidos antes da operação. O objetivo não é alcançar um padrão universal de mama, mas construir um volume proporcional e funcional dentro dos limites dos tecidos e da segurança cirúrgica.

FAQ: perguntas frequentes sobre mamoplastia redutora

Mamoplastia redutora é a mesma coisa que mastopexia?

Não. A mamoplastia redutora prioriza a diminuição do volume e também eleva as mamas. A mastopexia trata principalmente a queda e o excesso de pele, podendo retirar menor quantidade de tecido mamário.

Quantos tamanhos a mama diminui depois da cirurgia?

Não existe uma redução padronizada em números de sutiã. O tamanho final depende da anatomia, da quantidade de tecido que pode ser retirada com segurança e do objetivo definido durante o planejamento.

A mamoplastia redutora deixa cicatriz?

Sim. As cicatrizes podem ficar ao redor da aréola, na vertical e no sulco mamário. Elas são permanentes, mas geralmente ficam menos evidentes ao longo do amadurecimento.

É possível amamentar depois da redução de seios?

Pode ser possível, mas não existe garantia. O potencial de amamentação depende da técnica e da preservação dos ductos, nervos e tecidos que conectam o mamilo à glândula mamária.

Quanto tempo dura a recuperação da mamoplastia redutora?

Muitas pacientes retomam trabalhos leves entre duas e três semanas, conforme a evolução. Exercícios e esforços maiores costumam exigir liberação posterior, enquanto o inchaço pode continuar diminuindo por meses.

As mamas podem aumentar novamente após a cirurgia?

Sim. Ganho de peso, gravidez, alterações hormonais e envelhecimento podem modificar o volume e o formato das mamas depois da operação.

Referências

AMERICAN SOCIETY OF PLASTIC SURGEONS. Breast reduction recovery. Arlington Heights: ASPS, [s.d.]. Disponível em: https://www.plasticsurgery.org/reconstructive-procedures/breast-reduction/recovery. Acesso em: 29 jul. 2026.

AMERICAN SOCIETY OF PLASTIC SURGEONS. Breast reduction risks and safety. Arlington Heights: ASPS, [s.d.]. Disponível em: https://www.plasticsurgery.org/reconstructive-procedures/breast-reduction/safety. Acesso em: 29 jul. 2026.

ANDRADE, Adriana Corbolan et al. Outcomes analysis of breast reduction in Brazilian women using the BREAST-Q® questionnaire: a cross-sectional controlled study. Clinics, São Paulo, v. 73, e313, 2018. DOI: 10.6061/clinics/2018/e313. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29924186/. 

KRAUT, Roni Y. et al. The impact of breast reduction surgery on breastfeeding: systematic review of observational studies. PLOS ONE, San Francisco, v. 12, n. 10, e0186591, 2017. DOI: 10.1371/journal.pone.0186591. Disponível em: https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0186591. 

NUZZI, Laura C. et al. Complications and quality of life following reduction mammaplasty in adolescents and young women. Plastic and Reconstructive Surgery, Philadelphia, v. 144, n. 3, p. 572-581, 2019. DOI: 10.1097/PRS.0000000000005907. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31461005/. 

SAARINIEMI, Kai M. M.; KUOKKANEN, Hannu O. M.; TUKIAINEN, Erkki J. The outcome of reduction mammaplasty remains stable at 2-5 years’ follow-up: a prospective study. Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery, Amsterdam, v. 64, n. 5, p. 573-576, 2011. DOI: 10.1016/j.bjps.2010.09.010. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20951658/.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA. Mamoplastia redutora. São Paulo: SBCP, [s.d.]. Disponível em: https://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/mama/mamoplastia-redutora/. Acesso em: 29 jul. 2026.

YOUNG, Zachary T.; CLOSE, Michaela; HERRERA, Fernando A. National Surgical Quality Improvement Program analysis of 9110 reduction mammaplasty patients: identifying risk factors associated with complications in patients older than 60 years. Annals of Plastic Surgery, Philadelphia, v. 82, n. 6S, supl. 5, p. S446-S449, 2019. DOI: 10.1097/SAP.0000000000001804. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30694846/. Acesso em: 29 jul. 2026.

Dr. Luis Brunello — Cirurgião Plástico em Curitiba

Dr. Luis Brunello

Cirurgião Plástico · CRM-PR 40.350 | RQE 38.853 · Membro da SBCP

Última atualização: 23/09/2026

Procedimentos

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Mamoplastia de Aumento

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Aumento das mamas com uso de implantes de silicone, com base na anatomia, desejos e proporções corporais da paciente, priorizando resultados naturais, harmoniosos e duradouros.

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Mamoplastia Redutora

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Redução do volume mamário com remodelamento e reposicionamento, aliviando desconfortos físicos e devolvendo proporção ao corpo com resultado natural e harmonioso.

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Mastopexia com Prótese

Mastopexia com Prótese

Combinação de reposicionamento da mama no tórax (mastopexia) com implante de silicone para corrigir a queda da mama e aumentar o volume de forma proporcional e natural.

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Suspender e dar um novo formato para as mamas, sem uso de implantes de silicone. Sempre respeitando a proporção corporal e os objetivos de cada paciente.

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Lipoaspiração

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Remoção de gordura em áreas de excesso combinada à transferência para a região glútea, criando equilíbrio e proporção corporal com gordura da própria paciente.

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Abdominoplastia

Abdominoplastia

Cirurgia planejada para corrigir excesso de pele e flacidez em região abdominal, com foco e respeito à anatomia, valorizando a musculatura e as curvas naturais do abdome.

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Indicada para pacientes com boa forma física, porém com diástase da musculatura e pequeno excesso e flacidez de pele em região inferior do abdome.

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Lifting Corporal Pós-Perda de Peso

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Conjunto de procedimentos para corrigir excesso de pele e devolver autoestima e qualidade de vida para pacientes que passaram por grandes perdas de peso após emagrecimento.

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É possível associar mais de um procedimento na mesma cirurgia a depender das condições de saúde e eligibilidade de cada caso. Estudo minucioso e acompanhamento pré operatório serão essenciais para garantir segurança máxima durante todo o processo.

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Cirurgia das mamas combinadas a cirurgias de remodelamento corporal (lipo, abdominoplastia), muito comum para mulheres que já tiveram filhos e se incomodam com queda e flacidez de pele. Deve ser planejada individulamente com respeito ao momento da vida e objetivos de cada paciente.

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O Dr. Luis Brunello é cirurgião plástico com formação pela UNESP, uma das instituições mais reconhecidas do país na formação de especialistas em cirurgia plástica.

Sua atuação é voltada principalmente para cirurgias das mamas, contorno corporal e procedimentos após grandes emagrecimentos, áreas nas quais desenvolveu experiência durante sua formação e prática hospitalar.

Durante a residência médica, teve contato com um amplo volume de cirurgias e acompanhamento completo de pacientes, desde a avaliação inicial até o pós-operatório. Esse processo consolidou uma abordagem baseada em planejamento cirúrgico cuidadoso, indicação responsável e comunicação clara com o paciente.

Seu trabalho é conduzido com foco em resultados naturais, segurança em todas as etapas e acompanhamento próximo no pós-operatório, garantindo que cada paciente tenha orientação adequada durante todo o processo de recuperação.

Dr. Luis Brunello - Cirurgia Plástica Corporal
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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